FAÇA VOCÊ MESMO.
NÃO PERCA O PRAZO: Regularize sua empresa ou mude para o Simples Nacional/MEI em 2026 sem erros! O guia prático que vai te poupar multas, dores de cabeça e impostos excessivos este ano.
Você sabia que se perder o prazo de 30 de janeiro, terá que esperar até 2027 para enquadrar sua empresa no regime tributário mais econômico?
Muitos empreendedores tentam fazer o processo sozinhos e acabam travados por:
Pendências escondidas no CNPJ.
Erros no portal do Simples Nacional.
Confusão entre os códigos de acesso e a conta GOV.BR.
Falta de conhecimento sobre os novos limites de faturamento de 2026.
Eu criei o Guia Passo a Passo: Enquadramento 2026. Um manual visual, direto e atualizado para que você mesmo (ou sua equipe) resolva isso em poucos minutos.
O que você vai encontrar no Ebook:
Mapa do Tesouro: Onde clicar exatamente dentro do portal da Receita.
Limpeza de Trilhos: Como identificar e parcelar dívidas que impedem a sua entrada no Simples.
Check-list MEI: Critérios atualizados para 2026 — sua atividade ainda é permitida?
Prazos para Empresas Novas: Abriu a empresa agora? Saiba como não perder os 30 dias de prazo.
O sistema da Receita Federal costuma ficar instável nos últimos dias de janeiro. Quem deixa para a última hora corre o risco de ficar fora do regime e pagar o triplo de imposto o ano inteiro por causa de uma falha no site.
De ~~R$ 97,00~~ por apenas R$ 47,00 (ou o valor que você definir). Menos que o valor de uma pizza para garantir a saúde tributária da sua empresa o ano todo.
QUERO GARANTIR MEU ACESSO AGORA
O ano de 2026 chegou e, com ele, a necessidade de manter o CNPJ em dia tornou-se ainda mais urgente. Com o avanço da Reforma Tributária e os índices de dados cada vez mais eficientes da Receita Federal, o Microempreendedor Individual (MEI) que deixa pendências para trás riscos sérios, que vão muito além de uma simples multa.
Se você deixou de pagar alguns boletos (DAS) ou esqueceu de entregar a Declaração Anual (DASN) nos últimos anos, este artigo é para você. Vamos explicar, sem “economês”, o passo a passo para limpar o nome da sua empresa e garantir seus direitos previdenciários.
Muitas empresas acreditam que deixar o MEI “parado” ou não deve trazer consequências graves. Isso é um mito perigoso. Veja o que está em jogo:
Bloqueio de Benefícios do INSS: Se você precisar de um auxílio-doença, salário-maternidade ou aposentadoria, o INSS negará o pedido se as contribuições não existirem no dia.
Risco de Cancelamento do CNPJ: A Receita Federal faz periodicamente a “baixa de ofício” de CNPJs que estão inadimplentes e sem declaração há muito tempo.
Dívida Ativa e Bloqueio de Bens: Dívidas antigas saem da Receita e vão para a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN). Nesse estágio, a dívida pode aumentar até 40% devido às encargos legais, e seu CPF (pessoa física) pode sofrer bloqueios.
Antes de tentar pagar qualquer boleto, você precisa saber onde está a dívida. Existem dois “lugares” possíveis:
No Portal do Simples Nacional (Receita Federal): Geralmente são as dívidas mais recentes (dos últimos anos).
Na Dívida Ativa (PGFN): São dívidas mais antigas, que a Receita já “desistiu” de cobrar amigavelmente e invejosa para cobrança judicial.
Como sabre? Acesse o Portal do Empreendedor e emita um extrato de pendências. Se aparecer a mensagem “Débito enviado para a Dívida Ativa”, o procedimento de pagamento muda (veremos abaixo).
Muitos MEIs tentam gerar o parcelamento e receber uma mensagem de erro. O motivo quase sempre é a falta da Declaração Anual (DASN-SIMEI).
A regra é clara: você só consegue parcelar o que já foi declarado. Portanto, antes de mexer com dinheiro:
Verifique se todas as declarações dos anos anteriores foram entregues.
Se faltar alguma, entregue-a imediatamente (mesmo que seja com atraso e gere uma multa de cerca de R$ 50,00).
Só depois de transmitir as declarações o sistema liberará o parcelamento dos boletos.
Se suas dívidas ainda estão com a Receita, o processo é simples e feito 100% online:
Acesse o Portal do Empreendedor ou o e-CAC.
Busque a opção “Parcelamento – Microempreendedor Individual” .
O sistema somará tudo o que você deve e oferecerá a divisão em até 60 vezes .
Atenção ao valor mínimo: A parcela não pode ser menor que R$ 50,00. Isso significa que se você precisar de R$ 150,00, não conseguirá fazer em 60x, apenas em 3x.
A primeira parcela é a chave: O acordo só é validado após o pagamento da primeira guia. Se você gerar o parcelamento e esquecer de pagar a entrada, ele será cancelado automaticamente.
E se eu já parcelarei antes e não paguei? Você pode fazer o reparo . Porém, a Receita exige uma entrada maior (geralmente 10% ou 20% do valor total da dívida) para permitir um novo acordo.
Se sua dívida já foi para a Procuradoria, você não conseguirá resolver pelo Portal do Empreendedor. Você precisará acessar o portal Regularize .
A boa notícia é que, na Dívida Ativa, frequentemente existem editais de Transação Tributária . Esses programas do governo oferecem descontos expressivos sobre juros e multas, além de prazos de pagamento estendidos, dependendo da capacidade de pagamento do contribuinte.
Fique atento aos editais abertos em 2026 para aproveitar essas oportunidades de desconto.
Regularizar o MEI em 2026 é mais do que uma obrigação fiscal; é uma estratégia inteligente para proteger seu patrimônio pessoal e garantir a longevidade do seu negócio.
Não espere a notificação chegar pelo correio. A burocracia para resolver pendências é chata, mas as consequências de ignorá-las são caras.
Precisa de ajuda profissional? Se sua situação envolve muitos anos de atraso, dívidas ativas complexas ou se você não se sente seguro para realizar os procedimentos sozinho, contar com um escritório de contabilidade pode economizar tempo e evitar que você pague valores indevidos.
Sua empresa está com pendências? Entre em contato com nossa equipe pelo WhatsApp e faça um levantamento completo de sua situação fiscal.